quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Estes são alguns dos compromissos de José Serra com o Maranhão




- Criar Hospitais de Urgência e Emergência

- AMES. O Maranhão é o penúltimo colocado no ranking de mortalidade infantil. Para suprir a necessidade de serviços de atendimento básico, de urgência e de emergência, faz-se necessária a construção de AMES e UPAS em São Luis, Imperatriz, Caxias, Bacabal, Santa Inês e Balsas.

- Concluir as obras da Refinaria Bacabeira

- Reformar a BR-135

- Fortalecer a SUDENE e criar a Secretaria Especial do Semiárido

- Ampliar o Bolsa Família (segundo o IPEA, ainda há 37,7 milhões de pessoas vivendo pobreza extrema ou absoluta na Região NE). Só no Maranhão 55,9% das pessoas vivem em pobreza absoluta e 27,2% em pobreza extrema

- Auto-suficiência Energética - As promessas de auto-suficiência elétrica no Estado ainda estão no papel. Das 6 hidrelétricas prometidas pelo governo federal, somente a de Estreito está em obras

- Modernização do Porto de Itaqui, que permite acesso mais fácil aos EUA e Ásia pelo Canal do Panamá.

- Investir em projetos de irrigação e apoiar a agricultura no semiárido

- Investir em SANEAMENTO. Segundo dados do PNAD, somente 33,8% dos domicílios da região Nordeste possuem saneamento básico. O Maranhão é o penúltimo colocado no ranking de mortalidade infantil

- Modernização da Agricultura. No Maranhão até o tomate é comprado de outros estados, mesmo com 70% da PEA (População Economicamente Ativa) envolvida na Agropecuária. Garantir capacitação, assistência técnica, crédito e seguro rural para os pequenos produtores.

COMPROMISSO DE SERRA COM O MARANHÃO

O Futuro dos Jornais (Digitais)

SILVIO MEIRA

O problema do jornalismo digital é descobrir modelos de negócio para remunerar a informação de qualidade
O "Financial Times" anunciou um aumento de 50% nas assinaturas digitais, chegando à marca de 180 mil assinantes. Por outro lado, pesquisa da Edison Research, nos EUA, revela que apenas 8% dos jovens leem jornal (em papel) pela manhã, contra 29% que o faziam em 2000. Segundo a mesma fonte (bit.ly/bGucBi), 42% desse público está na web no começo do dia, e apenas 16% tinham tal hábito há dez anos.
Compare com as estatísticas da União Internacional de Telecomunicações (UIT, em bit.ly/aoVUS5), dando conta de que o planeta tem 5,3 bilhões de celulares (940 milhões em banda larga), 2 bilhões de pessoas na internet, 71% da população dos países desenvolvidos on-line, 1,6 bilhão de pessoas com acesso à rede em casa e, em países como a Coreia, a Holanda e a Suécia, 80% ou mais das casas conectadas, com a vasta maioria em banda larga.
Estima-se que 500 milhões de casas (29,5%) estejam conectadas à internet, em todo o planeta, ao final deste ano. O que há por trás de tantos números? Os da UIT dizem que quase todo mundo já tem celular e que a substituição dos telemóveis pelos smartphones ocorre rapidamente. Os primeiros são telefones que podem, com muitas restrições, rodar aplicações básicas; os segundos são sistemas pessoais de computação e comunicação que, caso necessário, também podem fazer "ligações telefônicas". Nossos hábitos estão passando a ter um substrato cada vez mais digital, conectado, móvel e programável. Em tal contexto, onde ficam os jornais e, de resto, tudo o que se convencionou chamar mídia de massa? A se acreditar nas estatísticas, vamos viver em um mundo conectado, é só questão de tempo. Alguns países e regiões chegarão atrasados, como foi (e é) o caso na penetração de outras infraestruturas essenciais como eletricidade, água e esgoto. Mas é razoável assumir que a conectividade será total. Quando for, qual será a importância do jornal (televisivo) das 20h ou do jornal (impresso) das 8h? Pode ser muito grande ou, por outro lado, nenhuma. Ambos serão importantes se e quando descolarem o conteúdo do meio, que já deixou de ser e de definir a mensagem. O meio, além de limitar as mensagens (no impresso, vídeo?) e a interação (no impresso, só cartas à Redação, literalmente), quase sempre localiza e sincroniza conteúdo. Os múltiplos formatos e meios digitais, da web clássica à móvel, programável, redefinem o espaço e o tempo e o fazem a critério das bordas e não sob controle do centro.
Tanto o "FT" como a edição digital desta Folha, fora dos limites do papel que os carregava no passado, tornam-se globais num clique de custo quase zero, e muda o público, o espaço, o tempo e as receitas.
Parece claro que na web, fixa ou móvel, o tamanho e a diversidade das comunidades já ultrapassa, em muito, o pico de público que os jornais "de papel" tiveram no seu auge. Parece óbvio que quem determinava -e determina- a qualidade de qualquer fonte ou veículo não era, ou é, o papel.
Durante muito tempo, o papel era a única forma economicamente viável de carregar informação de um ponto a outro do planeta. Mas, desde o início da internet comercial, sabia-se (http://bit.ly/c8NoMB) que a rede representava "o fim de um dos fins do papel", como meio de transporte, ainda por cima porque levar um "New York Times" de domingo em papel até Recife era ambientalmente irresponsável.
Finalmente, uma onda de dispositivos (primeiro) de leitura digital e (segundo) de interação em rede, incluindo tablets, pads e smartphones de todos os tipos e fabricantes, melhorou radicalmente a experiência de leitura fora do papel.
Resultado? Há futuro para jornalismo de qualidade, seja em que meio for... excetuando-se, muito provavelmente, o papel. O problema é descobrir, como está fazendo o "FT", como remunerar a qualidade da mensagem digital, provavelmente usando modelos de negócios multifacetados, em que nem sempre quem se beneficia da informação está pagando por ela. O detalhe, que não é digital, é que sempre foi assim. Ou não foi?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Maioria no Supremo decide que Ficha Limpa vale este ano

BRASÍLIA - A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votou a favor da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a manutenção da validade da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano. Até a proclamação do resultado, no entanto, é possível a alteração do voto. Seis dos dez ministros presentes à sessão já haviam votado pela manutenção do entendimento do TSE.

O julgamento do recurso do deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) contra a validade da lei nestas eleições terminou empatado, em 5 a 5. Com isso, os ministros seguiram o regimento do Supremo e optaram por manter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a norma, que barrou a candidatura de Jader a uma vaga ao Senado pelo Pará.

Mesmo com registro indeferido, Jader Barbalho recebeu 1.799.762 de votos e, caso não tivesse sido barrado, seria eleito em segundo lugar para uma vaga no Senado.

O deputado teve a candidatura questionada porque renunciou ao mandato de senador, em 2001, para evitar um processo de cassação em meio às investigações do caso que apurava desvios no Banpará e também por denúncias de envolvimento no desvio de dinheiro da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

Ele sempre negou irregularidades. Sua defesa afirma que a renúncia não representou atentado à moralidade pública porque o então senador foi alvo apenas de denúncias publicadas na imprensa.

Com a decisão do Supremo, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará pode convocar novas eleições para o Senado no estado. A soma dos votos obtidos pelo deputado Jader Barbalho e pelo terceiro colocado na disputa – o petista Paulo Rocha, também barrado pela ficha limpa – ultrapassam 50% dos votos válidos. Nesse caso, os votos são anulados, o que, pela legislação eleitoral, abre a possibilidade de realização de novas eleições.

sábado, 23 de outubro de 2010

Vejam! em depoimento de como falam sobre o Maranhão os seguidores do grupo Sarney .

É triste que pessoas ainda pensem em desfrutar do estado do maranhão de forma, em que somente os seguidores do governo tenham vez e voz, deixando de lado as necessidades de um povo sofrido. MAIS É A REALIDADE DO MARANHÃO...


ABIMAEL COSTA disse...

Já está mais do que na hora da oposição derrotada, fracassada e frustrada do Maranhão descer das nuvens, colocar os pés no chão e acordar para a realidade nua e crua que lhe cerca. depois de sofrerem uma derrota humilhante quando varios pseudo lideres oposicinistas diziam que iriam varrer, extinguir,extirpar do Maranhão o grupo politico da governadora Roseana Sarney, o resultado foi totalmente contrario Roseana não só se relegeu no 1º turno, com fez os 02 senadores, a maioria dos deputados federais e a maioria dos estaduais, fazendo assim barba, cabelo e bigode. o resultado das urnas foram bem claros. o povo do Maranhão aprovou o governo de Roseana e preferiu continuar com ela ao invés de ficar com aqueles que fizeram uma campanha de ódio,inveja,calunia,difamações,ataques pessoais,ataques a honra e a dignidade do grupo opositor. eu sempre disse que a resposta de tudo isto viria através das urnas, dito e feito. os candidatos batedores foram humilhantemente reprovados nas urnas: Edivaldo Holanda,Aderson Lago,Zé Reinaldo,Alexandra Tavares,Jackson Lago,Flavio Dino e outros tantos.politica se faz com honra, com dignidade, com projetos de governo, com planos não com baixarias.queira a oposição ou não o povo decidiu em 03.10.2010 Roseana é governadora até 2014. o choro de perdedor continua, a oposição continua como disse o presidente LULA chorando até hoje. nós estamos enganjados na campanha da nossa Presidente Dilma13 e vamos dar 80% dos votos votos validos do MA para ajudar na vitoria esmagadora de Dilma13 sobre o Serra do PSDB. assim sendo a oposição sofre mais uma derrota aqui no Maranhão. vemos aqui o PDT,PSB,PPS e até parte do PC do B e do PT envolvidos na capnha de Serra pedindo votos e trabalhando para elege-lo, que vergonha eu sinto desta oposição fajuta. voltem em 2014 para novo confronto estamos esperando Vcs.!

MOVIMENTO LIBERDADE LIBERDADE

Reunião dos integrantes do Movimento Liberdade Liberdade e parlamentares - São Luís - 21.10.2010


Com Felipe Klamt

Roseana Sarney continua sendo a governante do processo de ocupação com um mandato ilegal, tomado no grau da armação jurídica. Roseana Sarney tomou novamente um novo mandato que inicia em 2011, nada respalda a sua vitória, nem mesmo a sua inexpressiva diferença de votos.

Para uma “eleita” que pensa em somente dominar pelo medo, acreditando que as suas vontades vão ser aceitas sem contestação, como se o Maranhão fosse o seu parque de diversões, entre outras coisas, as entidades da sociedade civil podem estar guardando surpresas para este novo mandato.

Os movimentos sociais continuam ativos, determinados e principalmente destemidos no enfrentamento ao grupo dominante.

Sabendo do seu papel de fiscalizador do bem público e ciente da incapacidade do atual governo em promover políticas que possam garantir os direitos básicos das comunidades resolveram organizar o Movimento Liberdade Liberdade.

Muitas ações têm sido discutidas para definir as prioridades a serem desenvolvidas pelo movimento, entre elas, convocaram os parlamentares de oposição da esfera estadual e federal para fortalecer os processos de mudança na vida dos maranhenses.

Vale participar e acompanhar os próximos passos desta união que vai render muitas histórias.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Deputado quer proibir passageiros em garupa de motos

Objetivo é combater assaltos a clientes roubados ao sacar dinheiro em agências bancárias.

SÃO LUÍS - O deputado Marcos Caldas (PRB) disse, nesta quinta-feira, (22), que vai apresentar projeto de lei propondo a proibição de transporte de pessoas na garupa de motocicletas no horário comercial (8h às 18h), com exceção de mototaxistas devidamente identificados (com capacete, placa e colete). O objetivo é combater a “saidinha bancária”, modalidade de crime em que os clientes são seguidos e roubados após sacar dinheiro em agências bancárias.

De acordo com o projeto do parlamentar, a carona ficará proibida na zona urbana de São Luís e em cidades com população superior a 200 mil habitantes. Além dos mototaxistas, o transporte será permitido quando o condutor e o passageiro tiverem laço familiar ou trabalhista e se identificarem as autoridades policiais.

Marcos Caldas foi vítima de saidinha bancária na última sexta-feira. Ele contou que foi abordado por “motoqueiros” na recepção do Edifício Century (Calhau), onde ele tem um escritório, depois de sair de uma agência do Banco do Brasil.

Os criminosos estavam armados com uma pistola 380, houve um tumulto e eles dispararam dois tiros, sem atingir ninguém. Levaram uma maleta contendo documentos, talões de cheques e cartões de crédito do parlamentar.

Advogados de Flávio Dino estudam entrar com recurso no TSE para pedir apuração sobre indícios de fraudes nas eleições


A coligação “Muda Maranhão”, encabeçada pelo ex-candidato Flávio Dino (PCdoB) ao governo durante as últimas eleições, estuda dar entrada perante o Tribunal Superior Eleitoral em um pedido de investigação do processo eleitoral no Maranhão em outubro deste ano. Um pedido igual já foi feito ao Ministério Público Eleitoral do Maranhão e à Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral no início deste mês.

A coligação contratou uma equipe de especialistas e para apurar indícios de irregularidades nas urnas eletrônicas do estado e no processo de apuração dos votos. No relatório elaborado pela equipe coordenada pelo engenheiro Amilcar Brunazzo, foram apontados casos que poderiam ser causa de fraude no procedimento eleitoral.

O pedido foi feito inicialmente na Justiça Eleitoral maranhense, mas durante esta semana os demais candidatos de oposição que concorreram à chefia do Palácio dos Leões estudaram entrar também no caso, desta vez na corte federal. “Me mandaram uma cópia desse documento e eu mandei pros advogados verem a melhor forma de a gente se solidarizar e ajudar neste caso” contou o ex-candidato Jackson Lago (PDT), terceiro colocado nas eleições.

O advogado da coligação de Flávio Dino, Carlos Eduardo Lula, confirma que esta semana a questão foi discutida pelo setor jurídico do partido, mas que a decisão de entrar com a representação no TSE é mais política que jurídica. “Compreendemos que lá (TSE) é uma instância que pode analisar o assunto com mais rapidez e esperamos que o caso seja mais célere no TSE, já que eles detêm todo o aparato tecnológico para dar maior rapidez às investigações (…) Toda demanda que se intente na Justiça Eleitoral é mais política que jurídica, porque pode ensejar consequencias como retaliações e interpretações dúbias pela sociedade”, completou.

Oito casos a serem apurados

O documento aponta oito casos a serem apurados pela Justiça Eleitoral: a ausência de assinatura digital nos logs (registro de todas as ações realizadas na máquina) das urnas impossibilitando o atestado de integridade delas; apresentação de documentos fora do formato padrão e a falta de especificação de seção e horário das urnas, o que impediria de acessar todas as informações do processo eleitoral; expedição de 237 flashs de carga (cartões de memória preparados para transportar e instalar todo o software oficial e todos os dados necessários para o funcionamento de cada urna eletrônica) a mais que os 694 utilizados durante a eleição.

Destes flashs de carga, foram encontrados oito com numeração duplicada. No relatório de Amílcar, o engenheiro explica: “A possibilidade de se gerar Flash de Carga diferentes para seções eleitorais diferentes, mas com o mesmo número serial, quebra toda a segurança contra duplicidade de cargas abrindo, em tese, oportunidades para uma série de fraudes como duplicidade de urnas, clonagem de urnas e outras mais, ao sabor da criatividade dos desonestos.” Os outros casos apontados no documento são: abstenção muito abaixo da média nacional e possibilidade de inserção de votos pelos mesários após as 17h. (Com informações de Aline Louise, de O Imparcial)